29.12.25

VOYEURISMO: CASAIS GOSTAM DE OBSERVAR


Voyeurismo é uma prática fetichista que consiste em observar outras pessoas nuas, se vestindo, despindo ou fazendo sexo, quase sempre sem que elas saibam. Na maior parte das vezes a masturbação faz parte da atividade - o voyeur atinge o orgasmo durante as sessões de "espionagem".
Casais também podem satisfazer suas fantasias com esses estímulos, já que eles também captam e excitam o olhar. A fim de dar um “up” na relação na cama alguns casais recorrem às casas de swing, mas não para praticar e sim observar outros casais transando.
O voyeurismo em casas e festas de swing pode deixar o casal cheio de ideias para novas aventuras. Estar num ambiente sensual ajuda a aflorar o lado sexual dos parceiros, muitas vezes apagado pelo tempo de relacionamento. 
Durante um bom tempo as cenas de voyeurismo hot ficarão na cabeça, aumentando assim o tesão do casal!
Nós adoramos voyeurismos e vocês?

15.12.25

FAMILIA ADEPTA DO NATURISMO E HEDONISMO


Minha Mãe sempre andava semi nua pela casa. Meu Pai sempre foi mais liberal. Sou três anos mais velha que meu irmão. Pai e minha Mãe transavam na nossa frente. Quando eu era novinha ela me ensinou a tocar siririca, as vezes ficávamos  as duas no quarto siriricando… depois de um  tempo começamos com sexo oral aprendi a chupar buceta com minha mãe. Quando meu irmão chegou a certa idade não foi diferente papai ensinou a punheta.

Meus Pais sempre foram muito claros em relação ao sexo sempre sem tabus, ambos nos estimularam a transar com os primos e sobrinhos. Atualmente sou casada tenho um casal de filhos sendo a menina mais velha e com ela não é diferente já sabe siririca e chupa buceta transa com os primos, as vezes transo com meus sobrinhos filhos da minha irmã e meu filho a primeira vez dele foi com a tia minha irmã. Minha irmã tem dois filhos lindos, atualmente minha irmã está divorciada e passa dias aqui em casa, meu marido já transou comigo e minha irmã no início ele não aceitava isso mas com o tempo acabou mudando a forma de pensar e ter mais liberdade, Adoramos sair juntos com minha irmã em baladas e casas de swing. 

12.12.25

FAMÍLIA FREIKORPER - A INICIAÇÃO DE ISA


Como contamos nas postagens anteriores Eu e Zelda, matriarca da Família Freikorper, criamos uma comunidade naturista hedonista - um sítio na região serrana do Rio de Janeiro - frequentado pela nossa família: filhos, cunhada, cunhados, sobrinhos e amigos, descendentes de alemães e holandeses, que defendem o prazer e a liberação sexual em todas as suas formas! 

 No verão, calor intenso, a comunidade “esquenta” - Homens e mulheres de todas as idades pelados numa grande festa ao ar livre na área da piscina, lembrando muito o que vivemos em 1980 na cidade francesa de Cap d’Agde, destino liberal para libertinos, voyeurs, exibicionistas e swinger.

Na área ao ar livre pode-se observar e, se houver consentimento, beijar, abraçar, tocar e acariciar as partes intimas feminina e masculina, só é inapropriado toques nas partes sexuais dos pré-púberes. Já nas áreas privativas, o sexo é livre – homens e mulheres peladas, com rolas e bucetinhas tesas, alguns fodendo, produzindo sons indecentes e gemidos eróticos. Alguns casais mais “tímidos” se isolavam buscando uma sombra e graminha para se deitarem e praticarem sexo livre e fodas arrebatadoras. 

Minha neta Isa, filha do Daan e Patrícia (uma loira linda e muito gostosa), debutava na nossa “festa”. A mocinha que, recentemente teve a primeira menstruação, chama muita atenção não só dos meninos como dos homens mais velhos. Isa peladinha (puxou a mãe – loirinha, bundinha e peitos durinhos) do canto da casa ela observava algumas meninas da sua idade se entregando as rolas dos machos mais velhos que mentiam forte nas xoxotas até chegarem ao gozo arrebatador.



Isa, com muito tesão, louca para perder o cabaço, não perdeu tempo e foi encostar o bundão na pica do tio Felipe 50, casado com minha filha Sophie 32, enfermeira Pais de Eva e Pedro. Felipe que há tempos me confessou que estava tarado para iniciá-la e não sossegou até fazê-la mulher, ouvir seus gemidos de prazer.

Felipe começou devagar roçou o pau na bundinha dizendo-lhe que não precisava entregar-se se não quisesse. Isa rebolou encaixou o pau dele e gemeu. Ele acariciou a bucetinha e ele lhe apertou os peitos: 

- Tio gostoso, mama nas minhas tetas.



Ele abocanhou e chupou com força o bico com ela apertando-lhe a cabeça contra o peitinho. A garota, virgem, toda apertadinha, debruçou na mesa, abriu as pernas e se entregou e gemeu a cada estocada do pau na buceta. 

- Põe tudo. Põe com toda a força, quebra esse cabaço!  

Felipe obedeceu e meteu com toda a força na bocetinha.

- És a mais gostosas que já comi e tirei o cabaço. Tua bucetinha é uma delícia, mas da próxima vez vou querer esse cuzinho. 



Na comunidade é comum uma menina ou menino passar algum tempo metendo com o iniciador ou iniciadora que lhe tirou o cabaço.

Assim minha neta começou sua vida de liberdade e hedonismo na comunidade passando dias na casa do Felipe para se deliciar e aprender um pouco mais da arte do sexo!

8.12.25

TIOS YURI E FRIDA - ORGASMOS E MAIS ORGASMOS


Tios Yuri e Frida, frequentadores assiduos do Sitio Naturista, formam um casal naturista hedonista hipersexual - com impulso sexual obsessivo e incontrolável e se entregam de muitas maneiras para dar e receber prazer sexual. 

"Os orgasmos são de longe nosso prazer físico favorito no mundo e amamos dar orgasmos às pessoas direta ou indiretamente tanto quanto amamos ter alguém nos fazendo ter orgasmos ou nos dando orgasmos." 




5.12.25

UM SÁBADO NO PARAÍSO DO SWING


A antologia “Um Sábado no Paraíso do Swing”, com 40 reportagens e entrevistas reunidas pelo jornalista Miguel Icassati, está de volta às livrarias. O título do livro é de uma reportagem que fiz para Playboy em maio de 1985. Ainda estava no terceiro ano da faculdade, já trabalhava na revista Placar e fazia uns frilas esporádicos para Playboy. O texto é sobre um Sitio em que havia troca de casais – num tempo em que não se falava tão abertamente sobre casas de swing como hoje em dia. Um segundo texto, sobre os bastidores de um filme pornô, também foi selecionado. Só que a honra maior foi dividir as 312 páginas do livro com nomes como Fernando Sabino, Marcos Rey, Eliane Brum, Sérgio Dávila, Jotabê Medeiros, Juca Kfouri, Millôr Fernandes, Paulo Francis, Xico Sá, entre outros craques da literatura e do jornalismo.
Troca de casais, a vida dos astros do cinema pornô, o mundo secreto do sadomasoquismo, o que rola nos corredores dos motéis e dos sex-shops, o clube de hedonismo, o repórter que se fantasiou de stripper, homossexualismo no futebol e até o entrevistado que resolveu tirar a roupa no meio da reportagem. “Um Sábado no Paraíso do Swing” tem textos assinados por um respeitadíssimo grupo de 47 jornalistas e escritores.
Escrever sobre sexo – com elegância e sedução – é um eterno desafio para jornalistas de todas as gerações. Trabalhei dois anos como redator-chefe de Playboy e sei bem o duro (sem trocadilhos, juro!) que os repórteres precisam dar. Quantas vezes não foi preciso se disfarçar de cliente, de vendedor ou até de garçom para trazer aos leitores um retrato fiel de tudo o que acontece num clube de swing, numa praia naturista ou nos bastidores de um filme pornô? É isso que torna esse livro tão saboroso.
Marcelo Duarte
Jornalista e autor da série de livros “O Guia dos Curiosos