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9.6.26

RÉVEILLON HOT NA JAMAICA


Somos o casal com quase 70 anos, eu tenho 69 e a minha esposa 67 e fomos à Jamaica no réveillon de 2023 para 2024!

- Amor, gostava imenso de ir novamente à Jamaica! Repetir a passagem do ano com noites de excitante sexo que lá tivemos.

- Insaciável como estavas confessa lá se imaginavas ser um negro que tinhas na cama?

- Se eu disser que sim ficas chateado? 

- Não. Compreendo o tesão que te provocaram.

- Qual a mulher que não ficaria excitada ao imaginar um membro daqueles entrando nela?

- Estou a depreender que não te importavas de um negro te foder. Sim, não me importava.

- No caso de eu não me importar que tenhas uma experiência sexual com um negro aceitavas?

- Amor, fantasiar é fácil, mas a realidade é diferente.

- Sejas franca que eu também serei.

- Eu gostaria de observar o prazer que irias obter com uma dessas pilas.

- Amor, quando estivermos na Jamaica decidirei. Como quiseres, a nada te forçarei.

Ficamos no mesmo hotel e passados 4 dias ela me perguntou se realmente lhe concedia a oportunidade de experimentar a pila dum negro. Disse-lhe que sim, mas queria saber quem era.

Foi quando me informou ser o vigilante da piscina, chamava-se Juan; um autêntico latagão. Já tinha notado que muito falava com esse vigilante em espanhol e na piscina sempre tentava ficar a sós.

- Amor, não lhe disse ainda ser casada, nem confirmei se aceitava ir com ele para a cama. Só avançarei se estiveres de acordo e falta saber se ele aceita a tua presença.

- Querida, da minha parte podes avançar, mas alerto-te que ficarás arrombada.

- Não me importo, quero sentir-me totalmente preenchida, dos teus 12 cm já estou habituada.

- É só uma experiência que desejo ter quando ainda sinto tesão. Nada perturbará o nosso amor, mas estarás tu também pronto para ver outro homem foder-me? Ele nu em cima da tua esposa também nua? Eu só quero aproveitar esta oportunidade.

Na tarde desse mesmo dia me informou ter combinado para essa noite, no nosso quarto. Ele concordou em eu estar presente, afirmando que várias vezes assim tinha sido com alguns casais. Após o jantar de imediato nos dirigimos ao quarto. 

- Amor estou tão ansiosa como da primeira vez.

Faltava bastante tempo para a hora, mas ela meteu-se na cama apenas com mini cuecas e sutiã; com frequência olhava o relógio. Em dado momento pediu-me; amor, despe-te e deita-te aqui comigo. A porta está só encostada.

- Amor, importas-te que seja carne com carne? É arriscado, mas detesto borrachinha.

- Isso é contigo.

Finalmente se ouviu um leve toque na porta, ao que ela disse: porta aberta e logo surgiu o negão. Para ficarem à vontade fui para poltrona. Como se eu não estivesse presente despojou-se da roupa e dirigiu-se para a cama. Ao ver o que iria entrar na minha esposa pensei: coitadinha, será possível aquilo tudo entrar dentro dela?

Sem perder tempo iniciou um autêntico banho de língua na minha esposa, com incidência no interior das coxas.

Pareceu-me ser ela a oferecer-lhe os lábios, pois ele curvando-se uniu os seus aos dela e pelo tempo que se mantiveram certamente foi de língua. O sutiã e as cuecas já tinham voado, estava totalmente nua. Senti um aperto no coração, mas que aos poucos foi passando.

Não percebi o que ele lhe disse que ela abriu as pernas e ele caiu de boca no meio delas, não tardando que os gemidos da minha esposa se ouvissem durante imenso tempo, até que me apercebi que ele ia meter aquele tição negro na cona.

Novo aperto no coração e pensei: ela não irá aguentar aquilo; mas nem ai nem ui, entrou todo e ainda cruzou as pernas no dorso dele para ir mais fundo. Ela não só gemia, gritava de prazer.

Excitante no 69, um negão nu em cima do corpo branquinho da minha esposa e na posição de quatro ver o tição preto ir entrando na cona, alargando-a como nunca tinha sido, indo repetidas vezes dentro dela.

Não irei descrever todas as posições em que foderem durante mais de 2 horas sem que ela demonstrasse vontade de parar.

A química entre ele e a minha esposa era enorme, se nessa noite de sexo ela não ficar tão dorida certamente seriam muitas mais vezes. E teve!

Confessou-me que o pau do Juan era bem delicioso; só não o saboreou na primeira noite, mas nas seguintes houve sempre boquetes.

Ela ainda hoje afirma nunca ter gozado tanto, sentir-se totalmente preenchida era uma delícia, principalmente quando ele, a seu pedido, gozava dentro e o chourição melhor deslizava.

Bem arrependida está é de não ter iniciado mais nova.

Disse-me que na primeira metida do descomunal picão serrou os dentes para aguentar, pois além grossura que tão bem a preenchia, também o comprimento era demasiado, mas foi habituando, porém não sabe onde lhe tocava; no momento eram dores gostosas, depois é que passavam a incomodar.

Nunca havia sido tocada em determinados órgãos internos. Era a primeira vez que sentia um caralho ir tão fundo.

Para atenuar o tesão que tinha por ver a minha esposa tento gozar, decidi participar, com o intuito de contribuir para um seu maior, prazer.

Quando o Juan a fodia de quatro, para que os gemido dela fossem mais abafados e não ouvidos ao lado, fazia-me um boquete; outras vezes o inverso; o que verifiquei é que a cona estava larga. 

Tudo o que lhe desse prazer ela não se importava de fazer, tentou até a verga do Juan no cuzinho; ainda entrou a cabeça, mas embora não estivesse virgem gritou logo que parasse porque era demasiado grossa. A DP, nunca imaginou alguma vez fazer, mas diz ter gozado imenso com ela, porém fui eu a meter lá e o Juan meteu na frente que já estava mais à sua medida

Foi assim que decorreu a nossa passagem de ano na Jamaica. Feliz ano novo!


10.3.26

FAMILIA NATURISTA N.2 - SURUBINHA DOS PRIMOS


O Sitio Hedonista, na região serrana do Rio de Janeiro tem muita mata nativa, ar fresco das montanhas, riacho de águas limpas e um lago onde se pode nadar... Nos afastamos da casa para e fomos até lá para que ninguém nos atrapalhasse. 

Paramos à beira do riacho, Dann disse que ia nadar. Carol também entrou na água deu um sorrisinho safado e disse:

- Vem sentir meu xibiu quentinho!

Sentei-me numa pedra, Carol começou a chupar o pau do primo e eu acariciar a bucetinha dela, senti que a xota estava quente, melada, meti a boca até ela gozar. 



Escutamos Dann chamar: 

- E aí, a brincadeira entre os priminhos esta boa? Comendo minha irmã? Como já sabemos o que está rolando entre nós, por que não nos divertimos juntos e trocamos de primos? So Sophie e Gustavo já estavam decididos. Carol titubeou um pouco, mas topou. Eu sabia que ela tinha uma “quedinha” pelo Gustavo... também achei tesudo o jogo.

Fomos para a beira do lago.

Sophei mais nova tinha uma bucetinha lisinha sem pelinhos. 

Dann colocou o pau no meio das coxas dela, molhou o cacete na bucetinha, mas não meteu só roçou o pau. 

Ao lado do Gustavo beijava Carol e enfiava a língua na buceta dela. À medida que ele chupava, ela se empinava e mordia os lábios. 




- Fica de quatro?

- O que?

- Quero colocar na sua bundinha. 

- Na bundinha? Comer meu cuzinho?

- Deixa vai, eu meto na sua irmã e ela não reclama.

Ele colocou o pau nas coxas e foi forçando.

- Gustavo mete devagar só no cu, na frente não, sou virgem. 


15.12.25

FAMILIA ADEPTA DO NATURISMO E HEDONISMO


Minha Mãe sempre andava semi nua pela casa. Meu Pai sempre foi mais liberal. Sou três anos mais velha que meu irmão. Pai e minha Mãe transavam na nossa frente. Quando eu era novinha ela me ensinou a tocar siririca, as vezes ficávamos  as duas no quarto siriricando… depois de um  tempo começamos com sexo oral aprendi a chupar buceta com minha mãe. Quando meu irmão chegou a certa idade não foi diferente papai ensinou a punheta.

Meus Pais sempre foram muito claros em relação ao sexo sempre sem tabus, ambos nos estimularam a transar com os primos e sobrinhos. Atualmente sou casada tenho um casal de filhos sendo a menina mais velha e com ela não é diferente já sabe siririca e chupa buceta transa com os primos, as vezes transo com meus sobrinhos filhos da minha irmã e meu filho a primeira vez dele foi com a tia minha irmã. Minha irmã tem dois filhos lindos, atualmente minha irmã está divorciada e passa dias aqui em casa, meu marido já transou comigo e minha irmã no início ele não aceitava isso mas com o tempo acabou mudando a forma de pensar e ter mais liberdade, Adoramos sair juntos com minha irmã em baladas e casas de swing. 

12.12.25

FAMÍLIA FREIKORPER - A INICIAÇÃO DE ISA


Como contamos nas postagens anteriores Eu e Zelda, matriarca da Família Freikorper, criamos uma comunidade naturista hedonista - um sítio na região serrana do Rio de Janeiro - frequentado pela nossa família: filhos, cunhada, cunhados, sobrinhos e amigos, descendentes de alemães e holandeses, que defendem o prazer e a liberação sexual em todas as suas formas! 

 No verão, calor intenso, a comunidade “esquenta” - Homens e mulheres de todas as idades pelados numa grande festa ao ar livre na área da piscina, lembrando muito o que vivemos em 1980 na cidade francesa de Cap d’Agde, destino liberal para libertinos, voyeurs, exibicionistas e swinger.

Na área ao ar livre pode-se observar e, se houver consentimento, beijar, abraçar, tocar e acariciar as partes intimas feminina e masculina, só é inapropriado toques nas partes sexuais dos pré-púberes. Já nas áreas privativas, o sexo é livre – homens e mulheres peladas, com rolas e bucetinhas tesas, alguns fodendo, produzindo sons indecentes e gemidos eróticos. Alguns casais mais “tímidos” se isolavam buscando uma sombra e graminha para se deitarem e praticarem sexo livre e fodas arrebatadoras. 

Minha neta Isa, filha do Daan e Patrícia (uma loira linda e muito gostosa), debutava na nossa “festa”. A mocinha que, recentemente teve a primeira menstruação, chama muita atenção não só dos meninos como dos homens mais velhos. Isa peladinha (puxou a mãe – loirinha, bundinha e peitos durinhos) do canto da casa ela observava algumas meninas da sua idade se entregando as rolas dos machos mais velhos que mentiam forte nas xoxotas até chegarem ao gozo arrebatador.



Isa, com muito tesão, louca para perder o cabaço, não perdeu tempo e foi encostar o bundão na pica do tio Felipe 50, casado com minha filha Sophie 32, enfermeira Pais de Eva e Pedro. Felipe que há tempos me confessou que estava tarado para iniciá-la e não sossegou até fazê-la mulher, ouvir seus gemidos de prazer.

Felipe começou devagar roçou o pau na bundinha dizendo-lhe que não precisava entregar-se se não quisesse. Isa rebolou encaixou o pau dele e gemeu. Ele acariciou a bucetinha e ele lhe apertou os peitos: 

- Tio gostoso, mama nas minhas tetas.



Ele abocanhou e chupou com força o bico com ela apertando-lhe a cabeça contra o peitinho. A garota, virgem, toda apertadinha, debruçou na mesa, abriu as pernas e se entregou e gemeu a cada estocada do pau na buceta. 

- Põe tudo. Põe com toda a força, quebra esse cabaço!  

Felipe obedeceu e meteu com toda a força na bocetinha.

- És a mais gostosas que já comi e tirei o cabaço. Tua bucetinha é uma delícia, mas da próxima vez vou querer esse cuzinho. 



Na comunidade é comum uma menina ou menino passar algum tempo metendo com o iniciador ou iniciadora que lhe tirou o cabaço.

Assim minha neta começou sua vida de liberdade e hedonismo na comunidade passando dias na casa do Felipe para se deliciar e aprender um pouco mais da arte do sexo!

5.12.25

UM SÁBADO NO PARAÍSO DO SWING


A antologia “Um Sábado no Paraíso do Swing”, com 40 reportagens e entrevistas reunidas pelo jornalista Miguel Icassati, está de volta às livrarias. O título do livro é de uma reportagem que fiz para Playboy em maio de 1985. Ainda estava no terceiro ano da faculdade, já trabalhava na revista Placar e fazia uns frilas esporádicos para Playboy. O texto é sobre um Sitio em que havia troca de casais – num tempo em que não se falava tão abertamente sobre casas de swing como hoje em dia. Um segundo texto, sobre os bastidores de um filme pornô, também foi selecionado. Só que a honra maior foi dividir as 312 páginas do livro com nomes como Fernando Sabino, Marcos Rey, Eliane Brum, Sérgio Dávila, Jotabê Medeiros, Juca Kfouri, Millôr Fernandes, Paulo Francis, Xico Sá, entre outros craques da literatura e do jornalismo.
Troca de casais, a vida dos astros do cinema pornô, o mundo secreto do sadomasoquismo, o que rola nos corredores dos motéis e dos sex-shops, o clube de hedonismo, o repórter que se fantasiou de stripper, homossexualismo no futebol e até o entrevistado que resolveu tirar a roupa no meio da reportagem. “Um Sábado no Paraíso do Swing” tem textos assinados por um respeitadíssimo grupo de 47 jornalistas e escritores.
Escrever sobre sexo – com elegância e sedução – é um eterno desafio para jornalistas de todas as gerações. Trabalhei dois anos como redator-chefe de Playboy e sei bem o duro (sem trocadilhos, juro!) que os repórteres precisam dar. Quantas vezes não foi preciso se disfarçar de cliente, de vendedor ou até de garçom para trazer aos leitores um retrato fiel de tudo o que acontece num clube de swing, numa praia naturista ou nos bastidores de um filme pornô? É isso que torna esse livro tão saboroso.
Marcelo Duarte
Jornalista e autor da série de livros “O Guia dos Curiosos

18.11.25

TAMBABA - PRAIA NATURISTA NA PARAÍBA


Distante cerca de 40 km do centro turístico de João Pessoa - Paraíba, a praia de Tambaba é a sétima praia da Costa do Conde, sendo a que mais desperta a curiosidade dos visitantes, pois foi a primeira praia, oficialmente, naturista do nordeste brasileiro. 

O visitante, ao chegar a praia, encontra um primeiro trecho de faixa de areia onde o uso de vestimentas é obrigatório. A beleza de Tambaba já está representada naqueles metros de paraíso, pois piscinas naturais já se formam na maré baixa e o coqueiro símbolo da praia cresce no alto de uma pedra. Na enseada seguinte, porém, a nudez é obrigatória: o visitante recebe as instruções da praia, passa por uma escadaria e a partir deste ponto, desfruta da natureza na liberdade que a nudez completa permite.








10.11.25

FAMÍLIA NATURISTA MAGAZINE N.1

 

Eu, minha mãe Caroline, Leonardo meu pai e minha irmã Sophie, somos naturistas hedonistas desde sempre. Não existem limites entre nós e o sexo é praticado livremente. Por exemplo, meus pais fazem sexo com a porta do quarto aberta, eu e minha irmã podemos transar com os namorados ou membros da família sem nenhuma culpa.

Isso tudo começou quando começamos a frequentar o Sítio Naturista dos meus avós Gustav e Zelda, que dentre as regras exige nudez como norma. Não há nada mais prazeroso do que um grupo de amigos e parentes realizando fantasias e tendo experiências sexuais juntos.

Desde a pré-adolescência passávamos férias no Sítio com vários primos, principalmente, com a Anna e sua irmã mais velha Julia, filhas da minha tia Anne. Julia, diferente da irmã, era bonita e tinha um bundão, peitões e uma buceta carnuda e peluda.

Nesse período nos divertíamos muito, corríamos bem à vontade por lá. Era um período de iniciação sexual, com brincadeiras e sacanagens de pré-adolescentes.  Lembro que um dia fomos até o galpão que ficava em um local bem afastado da casa. Nos aproximamos e ouvimos sussurros. Abri a porta bem devagar e, para minha surpresa, lá estava Isabella, uma outra prima, com a camiseta levantada, calcinha abaixada, peitinhos de fora batendo uma punheta para meu primo Milan. Fiquei espiando minha prima peladinha, peitos pequenos e a pepeca lisinha. Eles perceberam nossa presença: 
- Oi primo, estamos “nos divertindo” um pouco...
- Ah! Continua aí, não queremos atrapalhar a “brincadeira” de vocês.
Aproveitei que estava um dia muito quente e sugeri que nós três - eu, Anna e Julia - fossemos até o vestiário da piscina tomar uma ducha para refrescar.
Debaixo do chuveiro a coisa “esquentou”. Comecei a beijar e apertar a bunda da Julia e chupar os peitos da Anninha... Julia se ajoelhou, pegou no meu pau, abocanhou e mamou.
- Ju, não para de chupar que eu vou gozar.
Gozei gostoso na boca da priminha. 
- Thomas, amanhã queremos mais leitinho!






No dia seguinte, sol novamente e todos animados, propus: 
- Vamos tomar uma ducha juntos novamente?
Julia e Anna me olharam com um sorriso maroto:
- Hoje vai ser diferente! Queremos brincar, e beber muito leitinho no café da manhã!
Entramos no chuveiro, Julia começou a me beijar e eu acariciar a bucetinha dela. Senti a xota quente e melada.
- Delícia de bucetinha que você tem... com poucos pelinhos.
- Anninha, de costas bunda virada para mim, deu tesão:
- Prima, quero brincar na sua bunda.
- Na minha bundinha? Você está querendo comer minha bundinha?
- Deixa vai, eu faço na sua irmã e ela não reclama.
- Thomas, você é grandão e seu pau também... põe devagar para não doer. 
- Relaxa priminha, vou molhar bem seu cuzinho.
Melei meu cacete na bucetinha virgem da minha priminha, mas não meti, só rocei o pau. Ela empinou a bundinha, se arreganhou, fui forçando, entrou a cabecinha e depois o pau entrar inteiro. Não aguentei e gozei. 
- Ah, não! Ficamos sem leitinho! Estamos famintas!
Foram férias deliciosas!






Parte da Família Freikorper - Naturista Hedonista
Meus avós Gustav (75) e Zelda (67 - donos do Sitio Naturista próximo a Nova Friburgo - Rio de Janeiro.
Thomas (18) - Estudante Universitário, branco, magro, pau grande 20 cm, 1,90. 
Minhas primas - Anna (11) e Julia (14), filhas da Anne (36), Irmã da minha mãe e Gustavo (39).
Isabella (16) filha de Luciano (49) Biólogo e Maitê (46) Arquiteta 
Milan (18) filho de Marta 38 Médica (separada)