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15.12.25

FAMILIA ADEPTA DO NATURISMO E HEDONISMO


Minha Mãe sempre andava semi nua pela casa. Meu Pai sempre foi mais liberal. Sou três anos mais velha que meu irmão. Pai e minha Mãe transavam na nossa frente. Quando eu era novinha ela me ensinou a tocar siririca, as vezes ficávamos  as duas no quarto siriricando… depois de um  tempo começamos com sexo oral aprendi a chupar buceta com minha mãe. Quando meu irmão chegou a certa idade não foi diferente papai ensinou a punheta.

Meus Pais sempre foram muito claros em relação ao sexo sempre sem tabus, ambos nos estimularam a transar com os primos e sobrinhos. Atualmente sou casada tenho um casal de filhos sendo a menina mais velha e com ela não é diferente já sabe siririca e chupa buceta transa com os primos, as vezes transo com meus sobrinhos filhos da minha irmã e meu filho a primeira vez dele foi com a tia minha irmã. Minha irmã tem dois filhos lindos, atualmente minha irmã está divorciada e passa dias aqui em casa, meu marido já transou comigo e minha irmã no início ele não aceitava isso mas com o tempo acabou mudando a forma de pensar e ter mais liberdade, Adoramos sair juntos com minha irmã em baladas e casas de swing. 

12.12.25

FAMÍLIA FREIKORPER - A INICIAÇÃO DE ISA


Como contamos nas postagens anteriores Eu e Zelda, matriarca da Família Freikorper, criamos uma comunidade naturista hedonista - um sítio na região serrana do Rio de Janeiro - frequentado pela nossa família: filhos, cunhada, cunhados, sobrinhos e amigos, descendentes de alemães e holandeses, que defendem o prazer e a liberação sexual em todas as suas formas! 

 No verão, calor intenso, a comunidade “esquenta” - Homens e mulheres de todas as idades pelados numa grande festa ao ar livre na área da piscina, lembrando muito o que vivemos em 1980 na cidade francesa de Cap d’Agde, destino liberal para libertinos, voyeurs, exibicionistas e swinger.

Na área ao ar livre pode-se observar e, se houver consentimento, beijar, abraçar, tocar e acariciar as partes intimas feminina e masculina, só é inapropriado toques nas partes sexuais dos pré-púberes. Já nas áreas privativas, o sexo é livre – homens e mulheres peladas, com rolas e bucetinhas tesas, alguns fodendo, produzindo sons indecentes e gemidos eróticos. Alguns casais mais “tímidos” se isolavam buscando uma sombra e graminha para se deitarem e praticarem sexo livre e fodas arrebatadoras. 

Minha neta Isa, filha do Daan e Patrícia (uma loira linda e muito gostosa), debutava na nossa “festa”. A mocinha que, recentemente teve a primeira menstruação, chama muita atenção não só dos meninos como dos homens mais velhos. Isa peladinha (puxou a mãe – loirinha, bundinha e peitos durinhos) do canto da casa ela observava algumas meninas da sua idade se entregando as rolas dos machos mais velhos que mentiam forte nas xoxotas até chegarem ao gozo arrebatador.



Isa, com muito tesão, louca para perder o cabaço, não perdeu tempo e foi encostar o bundão na pica do tio Felipe 50, casado com minha filha Sophie 32, enfermeira Pais de Eva e Pedro. Felipe que há tempos me confessou que estava tarado para iniciá-la e não sossegou até fazê-la mulher, ouvir seus gemidos de prazer.

Felipe começou devagar roçou o pau na bundinha dizendo-lhe que não precisava entregar-se se não quisesse. Isa rebolou encaixou o pau dele e gemeu. Ele acariciou a bucetinha e ele lhe apertou os peitos: 

- Tio gostoso, mama nas minhas tetas.



Ele abocanhou e chupou com força o bico com ela apertando-lhe a cabeça contra o peitinho. A garota, virgem, toda apertadinha, debruçou na mesa, abriu as pernas e se entregou e gemeu a cada estocada do pau na buceta. 

- Põe tudo. Põe com toda a força, quebra esse cabaço!  

Felipe obedeceu e meteu com toda a força na bocetinha.

- És a mais gostosas que já comi e tirei o cabaço. Tua bucetinha é uma delícia, mas da próxima vez vou querer esse cuzinho. 



Na comunidade é comum uma menina ou menino passar algum tempo metendo com o iniciador ou iniciadora que lhe tirou o cabaço.

Assim minha neta começou sua vida de liberdade e hedonismo na comunidade passando dias na casa do Felipe para se deliciar e aprender um pouco mais da arte do sexo!

14.11.25

MINHA ESPOSA CAROL GOZOU MUITO NO SWING


Caroline, minha esposa, pertence a uma família naturista liberal, portanto realiza com muita naturalidade todas minhas fantasias sexuais para apimentar nosso relacionamento. Eu demorei algum tempo para conseguir me libertar dos tabus e participar dessas aventuras e o swing era uma delas. 

Saímos em férias e fomos viajar para uma cidade litorânea do Nordeste. Aproveitamos esses dias de descanso e praia para enfim conhecer um clube de swing. O site dessa famosa “balada liberal” da cidade mostrava que era bem bacana, vários ambientes, pista de dança, gente bonita, aquilo que procurávamos.

Escolhemos uma quinta-feira quando ia rolar uma festa temática “Swing Lingerie Night”.

Carol foi com “modelito vestida para matar" - decotão e vestidinho curto deixando à mostra a calcinha minúscula. Bucetinha e a borboletinha soltinha, bundão bem a mostra.

Entramos e nos sentamos em uma mesa próxima à entrada para observar os casais que chegavam. Todos de bom nível, bem vestidos, aparentando idade entre 40 e 60 anos. Mesmo nos sentindo em casa, ambientado, pedimos um espumante para relaxar.

Público reconhecido e aprovado, resolvemos conhecer os diversos ambientes da casa e claro nos divertir bastante! No caminho alguns casais nos olhavam, homens comiam minha esposa com os olhos outros passavam a mão na bunda dela que, com um misto de receio e tesão, estava apreensiva.



Entramos por um corredor escuro e estreito com várias salas. No caminho os casais se beijando, se tocando e se chupando.

Paramos na porta de um dos quartos onde vários casais metiam numa grande cama. Uma loira gemia alto enquanto dois caras comiam seu cuzinho e sua buceta.  Outra morena, jovem, chupava vários homens ao mesmo tempo. No canto da sala um homem de aproximadamente 60 anos batia uma punheta vendo a mulher dando o cu para um cara grande e musculoso. A loira gemia:

- Empurra a pica até o fundo, fode meu rabinho, minha buceta e goza na minha boca!!

Ficamos excitadíssimos com a cena, mas sem coragem de participar da suruba. Eu estava com muito tesão, com o pau duríssimo. Abracei Carol, passei a mão na bunda dela, puxei a calcinha de lado e coloquei meu dedo na buceta que estava babando. Ela ficou de joelhos, abaixou minha bermuda abocanhou meu pau e chupou com força.

Um casal se aproximou e olhou fixamente a cena. A mulher sussurrou:

- Gata, vou te ajudar a dar conta desse pauzão lindo e gostoso! Ela também ajoelhou e dividiu meu pau com Carol.

O cara levantou o vestido da Carol, arrancou a calcinha dela e cai de boca na sua xoxota melada.

Que linda visão, duas mulheres no meu pau e um cara chupando a buceta da minha esposa... Ela gemia muito até que gozou muito gostoso na boca do cara.

- Sou Carlos e essa é minha esposa Beth, somos do Rio. Vamos para um lugar mais tranquilo?

Fomos os quatro para uma sala reservada para brincarmos mais a vontade.

Carlos aparentava 50 anos, 1,80 de altura e com uma barriguinha de chope como a minha. Beth, uma morena deliciosa, 40 anos, cabelos até o ombro, tipo mignon, peitos pequenos e durinhos e uma bunda deliciosa... Corpinho esculpido na academia!

Entramos no quarto e Beth não perdeu tempo, se ajoelhou e continuou a me chupar. Seus lábios carnudos deslizavam no meu pau - da cabeça ao cuzinho. Carlos pegou Carol pela cintura, colocou-a de quatro e com força fodeu a buceta dela.

Que tesão! Beth passando a língua no meu cuzinho e eu vendo minha esposinha gemendo e gritando alto de tesão!!

Carol gritava: "Me come, fode minha buceta!! Tá gostando de foder minha buceta?? Me comer na frente do meu marido te dá tesão??

Adrenalina fez com que eu não me segurasse: Gozei na boca de Beth que, depois de engolir toda a porra, olhou para mim e disse:

- Gostoso! Agora chupa meu grelo que quero gozar.

Abri a buceta perfeitinha, melada, quente, lisinha sem pelos e enfiei a língua lá dentro enquanto ela rebolava na minha cara até gozar muito!!



Carolzinha pediu para ser fodida por dois machos. Ficou de quatro, passei a língua, molhei a bucetinha dela e enfie minha rola com força. Meu pau entrou e deslizou gostoso. Minha putinha gemia e contraia a xoxota apertando meu pau! Puxou Carlos e colocou o seu pau na boca... Chupou até ele gozar muito! Carlos deu uma chuva de porra na cara dela!

Beth também queria rola. Nesse momento eu chupava minha mulher e as duas se beijavam. Carol pediu para que eu comesse o cu dela. Coloquei-a de quatro e enfiando naquele cuzinho maravilhoso. A putinha gemeu de prazer. Carol se deitou por baixo e chupou a buceta dela! Carlos bateu uma punheta vendo sua esposinha gozando no meu pau!

Fodemos muito até às cinco da manhã. Eu queria mais, mas Carol reclamou que estava com buceta e o cuzinho ardendo de tanto que Carlos, que tinha um belo pau, fodeu!! 

Esperamos as meninas se arrumarem... Num clima muito descontraído tomamos a saideira e combinamos nos encontrar na praia...

No caminho de volta para o hotel Carol me confessou que havia gozado como nunca na pica grossa do Carlos.

Passei a mão entre suas pernas e a buceta estava melada, vermelha e inchada!!

- Podemos convidá-los para frequentar o nosso Sitio Naturista onde praticamos livremente o prazer sexual, não só ficar nu, mas transar, fazer troca de casais e o que se puder imaginar.

- Claro! Vão fazer sucesso lá!

26.9.25

FESTA LIBERTINA NO SITIO NATURISTA


Nas férias passadas, eu Gustavo, 30 anos, minha esposa Anne, 32 e meus dois filhos adolescentes Wilhelm e Julia decidimos passar uma semana com meus pais Gustav e Zelda no Sitio. Fazia uns dois anos que não íamos lá. Chegamos, o Sitio estava mudado, mais bonito e animado! As piscinas estavam cheias de gente nuas de todas as idades. Mamãe nos levou até o quarto, disse que podíamos nos acomodar e nos livrar das roupas! 

Wilhelm foi o primeiro a tirar a roupa, o garoto tem o pau maior que o meu o dele uns 18cm e o meu uns 14cm. Julia, mais nova, tirou o vestido e calcinha deixando à mostra a bucetinha toda lisinha. O pau do Wilhelm pulsou. Percebi e dei um sorriso. Saímos do quarto e nos juntamos aos cunhados, cunhadas, sobrinhos principalmente Pedro, filho da minha irmã Sophie e do  Felipe, um garotão lindo que me deu tesão - que as vezes se abaixava na borda da piscina, ficando de quatro mostrando a bunda durinha e o cuzinho rosado. Pensei - preciso arrumar uma maneira de comer essa bundinha!

Resolvi entrar na piscina próximo onde ele estava, trazendo-o para perto de mim, encostei ele na borda da piscina roçando na bunda dele: 

- Tio você está roçando seu pau duro na minha bundinha? 

- Gosta de levar no cuzinho, Pedro? 

Ele sorriu sem graça meio tímido, olhou para meu pau e respondeu:

-  Gosto!

- Então vamos para o meu quarto. 

Pedro dá um sorrisinho:

- Vamos!






Tiramos a roupa, deitamos na cama, desço pro seu bumbum, aperto e dou dois tapas, ele dá um gemido e me olha. Esfrego meu pau na bunda dele e dou um sorriso:

-Pega na minha pica antes que nos atrapalhem!

Meu sobrinho pegou, me punhetou lentamente e depois intensificou os movimentos. 

Resolvo me arriscar a beijá-lo (eu só beijei uma vez na vida, um garoto no colégio). Puxo Pedro roçando seu cu no meu pau, passo cuspe na entradinha e meti sem dó até entrar tudinho. 

- Tio você tem uma piroca muito gostosa. 

Dei um sorriso e soquei no cu dele até gozar. Beijei na boquinha, nos lavamos e... minha esposa Anne entrou no meu quarto e nos flagra pelados. - Pedro, titio te tratou bem?

- Sim tia, muito bem!



No dia seguinte acordamos e fomos tomar banho todos juntos. Eu e a Anne adoramos meter pela manhã embaixo do chuveiro mesmo com Wilhelm e Julinha juntos no box. Enquanto acaricio a buceta da esposa, meu filho lava as costas, alisa a bundinha e a buceta da irmã. Isso dá um tesão gostoso. Julia sai do banho, olha para nós e ri baixinho. Olho para ela enquanto Anne ajoelhada me chupa até eu gozar. 

Percebi que quando Wilhelm saiu do banho seu pau estava bem duro. 

- Está gostando da viajem meu filho?

- Estou sim, muito “de boa” ficar peladão com vocês.

- Bom filho agora não precisa mais ter vergonha de ficar pelado e de pau duro em casa.

- Nunca conversamos sobre isso, mas percebi que você sempre fica de pau duro, acho normal, você é jovem, não precisa ter vergonha. Para acalmar bata uma punheta...

- Você sabe que eu bato. Você até já me flagrou batendo espiando o tio Felipe metendo com a Isa.

- Filho, depois vou te ensinar umas formas bem gostosa de punhetar.

- Que delícia Pai!


14.9.25

COMO SURGIU A COMUNIDADE HEDONISTA


Sou a Zelda, atualmente com 66 anos, matriarca da Família Freikorper que, junto com meu companheiro, criamos uma comunidade “hedonistische” no Brasil. Eu descendente de alemães, desde jovem praticava o naturismo hedonista que promove a satisfação pessoal e o prazer sexual sem compromisso, regras ou vínculos afetivos. 

Nos anos 1980 fui conhecer a cidade francesa de Cap d’Agde, destino liberal para libertinos, voyeurs, exibicionistas e swingers. Lá o nudismo vai além das praias e as pessoas podem circular nuas por bancos, supermercados, restaurantes, cabeleireiros, padarias... 






Quando cheguei lá tinham homens e mulheres de todas as idades e nacionalidade - além de franceses, belgas, alemães, italianos, estadunidenses, holandeses e canadenses - completamente nus. Adorei me mostrar e ficar peladinha porque eu, com 20 anos, era muito gostosa, seios médios e durinhos, barriga chapada, coxuda e bunda arrebitada. Um rapaz me chamou a atenção, alto, quase 1,90, com um pau grande e cabeçudo, usava um anel peniano (nunca tinha visto). Ele reparou que eu olhava e veio conversar comigo, o nome dele - Gustav Freikörper, 30 anos, nasceu na Holanda, mas morava ali fazia algum tempo. O clima entre nós esquentou e metemos ali mesmo na praia com as pessoas ao redor nos observando (depois descobri que isso era comum em Cap d’Agde).



Eu e Gustav ficamos juntos e nos mudamos para o Brasil, numa cidade da região serrana do Rio de Janeiro. Vivíamos da venda de artesanato, comidas típicas como strudel de maçã e compotas. A vida ficou chata porque tínhamos dificuldade de praticar o naturismo ao ar livre e para que isso acontecesse compramos um sítio num lugar totalmente isolado. O sitio ficou conhecido e começou a ser frequentado por famílias hedonistas, muitas delas de origem europeia.

Assim surgiu o Sitio Hedonista onde se pratica livremente o naturismo hedonista que promove a satisfação pessoal e o prazer sexual. Ali tudo é permitido, não só andar sem roupa, transar, troca de casais e o que se puder imaginar.

FAMÍLIA HEDONISTAS NATURISTAS - O INÍCIO


Não há nada mais prazeroso do que parentes e amigos se reunirem para realizarem juntos as fantasias e experiências sexuais, mas em segredo! 

Sou Leonardo 47 anos e faz 25 anos que participo de uma comunidade naturista hedonista que defende o prazer e a liberação sexual em todas as suas formas! 

Essa história começa quando conheci Caroline, minha companheira, e fomos num final de semana no sítio dos Pais dela para conhecê-los. Por mais que ela tivesse me avisado que a família era naturista, levei um susto quando vi o pai, mãe, cunhada, cunhados, sobrinhos todos pelados tomavam banho no lago!

Demorei algum tempo para conseguir me libertar dos tabus e ficar completamente nu, mas depois que fiz senti o quanto é libertador.

A família Freikörper, de origem holandesa, é "hedonistische", segue as teorias da Sociedade Neerlandesa pela Reforma Sexual - NVSH (Nederlandse Vereniging voor Seksuele Hervorming) que repudia os dogmas religiosos, defende a liberação sexual dos indivíduos, admite o sexo consensual entre adultos, membros da família, adultério, homossexualidade, masturbação, exibicionismo, sexo oral, sexo anal e até a zoofilia. A exceções - não são permitidos “atos” sexuais com crianças pré-púberes. Com meninos só após o nascimento dos pelos pubianos e com as meninas após o surgimento do broto mamário e a primeira menstruação. 

A Família da Carol formou essa Comunidade que tem aproximadamente 50 pessoas - membros da família, parentes e amigos de todas as raças e idades que frequentam o Sítio Hedonism e lá podem livremente praticar o naturismo hedonista e promove a satisfação pessoal e o prazer sexual sem compromisso, sem muitas regras ou vínculo afetivo. 

A Comunidade é secreta, mas nem tanto e a partir de hoje vou contar o que aconteceu e acontece por lá!

Leo

*Os nomes verdadeiros dos participantes da Comunidade foram alterados para preservar as identidades.