Depois daquele delicioso réveillon que inaugurei o cuzinho da Bianca, Eu e Carol ficamos mais próximos e íntimos do casal. Saíamos quase todos os finais de semana com eles para jantar, teatro, cinema... Claudemir até começou a frequentar a mesma academia que eu. À medida que o tempo passava a intimidade entre nós crescia e tínhamos mais segurança para falarmos sobre a vida pessoal e trocar confidências.
Numa manhã, durante o revezamento dos aparelhos, ele me perguntou:
- Leo, vou te fazer uma pergunta bem íntima, responda se quiser, tá: Você e a Carolzinha já participaram ou fizeram troca de casais?
- Sim e já! Fizemos algumas vezes e foi um tesão!
Claudemir fez cara de espanto, arregalou os olhos, com a minha resposta.
- Uau! Não fiquei surpreso, imaginei que tivessem feito mesmo. Como vocês são um casal liberal, praticam naturismo, eu desconfiava... nem vou perguntar com quem rsrs. Me conta, como foi?
- A primeira vez aconteceu numa viagem que fizemos para o nordeste e fomos conhecer uma casa de swing. A princípio era só curiosidade e não iríamos participar, mas depois de assistir muita putaria, deu muito tesão, rolou uma química com um casal.
- Que ótimo! Então, você sabe que somos “caretas”, transamos às vezes, papai-mamãe, mas de um tempo para cá começamos a discutir a relação e como apimentar nossa relação morna. Até imaginamos como poderíamos realizar algumas fantasias sexuais, uma delas troca de casais, mas o problema é com quem? Quem toparia? Teria que ser um casal íntimo, que rolasse atração e fossem liberais. De verdade, de todos que conhecemos, só sobrou vocês!
- Poxa! Seria bem tesudo se acontecesse. Mas e as esposas o que acham disso? Acho que a Bianca já “está dentro”, agora preciso conversar com a Carol.
Fui para casa imaginando como seria essa surubinha com eles e lembrando do que Carol havia me contado sobre a conversa que as mulheres tiveram naquela noite de réveillon. Bianca reclamou que o marido ficava oferecendo-a para os outros homens... Carol perguntou se ela achava que o marido tinha tesão em vê-la com outro homem. Bianca respondeu que tinha dúvidas e que fazia tempo que não levava rola... Bianca já tinha confessado para Carol que a ideia da troca de casais dava muito tesão, mas ela tinha receio de ficar exposta, mas isso se resolveria se fosse com um casal conhecido. Opa! Acho que faz um tempo que estamos nos planos deles, por isso a proximidade...
Carol achou obvio que o casal tenha nos “escolhido” para iniciação na troca de casais. Foram algumas semanas de conversas, provocações, até que em um dia, estávamos malhando, Claudemir fez um convite:
- Vamos para Maresias neste final de semana? Será divertido, sol sábado e domingo um final de semana quente!
- Ótimo, vamos curtir muito esse final de semana!
Chegamos pela manhã do sábado e, para zero surpresa, não havia mais ninguém além de nós quatro na casa. Assim que descemos do carro Claudemir veio nos receber, deu um forte abraço e colocou a mão na bunda da Carol. Bianca me abraçou e me deu um beijo no canto da boca. Senti o clima de sacanagem no ar!
Como previsto muito sol e fomos à praia e ficamos até o final da tarde petiscando e bebendo muito. Desta vez Claudemir estava mais quieto, um pouco apreensivo com o que podia rolar mais tarde. Nenhuma frase como: “Você não gostaria de ter uma mulher como a Bianca?”
A noite sentamo-nos à mesa do jantar de forma estratégica, com os casais trocados – Eu ao lado de Bianca e Claudemir ao lado de Carol. Percebi os olhares dele no decote da minha mulher, que deixava propositadamente metade dos seios de fora. Eu também não “tirava o olho” da bunda da Bianca. Naquele momento minha tara era maior em ver Carol flertando com meu amigo do que eu pensando em meter novamente na bunda da esposa dele.
Terminado o jantar, fomos para a varanda e ao invés do café tomamos mais algumas taças de vinho. Estávamos bem relaxados. Falei no ouvido da Carolzinha que o Claudemir não tirava os olhos dos peitos dela. Rindo ela respondeu que já tinha notado e estava gostando de ser “comida com os olhos”.
Bianca apagou algumas luzes da sala e colocou uma música suave. Aos poucos fomos nos livrando das roupas, interagindo e dançamos quase nus. Bianca me abraçou, passou a boca em meu pescoço e começou a mordiscar minha orelha, encostou e sentiu meu pau duro e latejando. Eu acariciava com uma das mãos a bucetinha lisinha dela e com a outra os seios da minha esposa. Claudemir abraçou minha mulher e olhou para mim esperando aprovação. Eu sorri e ele entendeu.
O clima foi esquentando. Nós quatro, bem à vontade, muitos beijos, lambidas e chupadas. Carolzinha “deu início aos trabalhos” se ajoelhou e colocou a cabeça do pau do Claudemir na boca. Fiquei com muito tesão vendo Carolzinha chupando sugando com força a rola dele. Quando me virei Bianca estava seminua. Nos beijamos e cai de boca nos peitinhos dela, uma delícia chupar aqueles bicos pequenos… Ela se sentou no braço do sofá, abriu bem as pernas e arreganhou a buceta melada para eu chupar. Meti a boca na bucetinha lisinha e muito molhada, escorrendo.
Enquanto chupava Bianca admirava a Carol rebolando naquela rola toda enfiada na buceta, só dava para ver as bolas do Claudemir de fora, aquele ritmo das reboladas aumentou e ela parecia enlouquecer. Ver e ouvir minha mulher encaixando a buceta no pau de outro cara, cavalgando por cima dele, dando gemidos de prazer me deixou mais louco de tesão.
Coloquei Bianca de quatro para meter por trás, alisava a bundinha dela e passava o dedo pela bucetinha escorrendo e pelo grelinho … Ela gemia baixinho quando acariciava o cuzinho. Afinal já que o marido não comia vou meter novamente naquele cuzinho semivirgem!
Repeti a cena - forcei a cabeça do pau na portinha do cuzinho. Bianca, bêbada e bem relaxada sussurrou:
-Devagar Leozito, só dei a bundinha uma vez!
Segurei forte pela cintura, aproveitei que meu pau estava bem melado e foi empurrando e abrindo passagem. Aos poucos o cuzinho de Bianca foi sendo preenchido. Ela não conseguiu segurar e gritou de dor e tesão!
- Delícia! Você nessa posição, seu pau, tudo me lembra quando tiraram o cabacinho do meu cu!
- Hummm adoraria ter sido o primeiro rsrs.
Claudemir quando viu a cena não aguentou e gozou. Carol se levantou e a porra escorria da buceta pelas pernas. Claudemir ficou estirado no sofá, desfalecido e com a pica meio mole.
Gozamos os quatro praticamente juntos, uma mistura de gritos, palavrões e, depois silencio. Bianca com os cabelos desgrenhados, maquiagem borrada, mas com cara de satisfeita. Carol com a buceta assada, vermelha e melada o que me deixou com mais tesão.
Aproveitamos que era madrugada e fomos os quatro nos refrescar na piscina.
Dia seguinte encontramos o casal de amigos na sala, tomamos café e conversamos como se nada tivesse acontecido.
- Claudemir, agora “mais íntimo e descontraído”, resolveu fazer uma das suas gracinhas:
- Gostou de comer minha lindíssima e gostosíssima esposa?
- Claro sua esposa é uma delícia! Eu já tinha metido com a Bianca (sem o marido saber, quer dizer, acho). E a Carol te tratou bem?
Claudemir sussurrou no meu ouvido:
- Me tratou muito bem Leo, mas o melhor de tudo foi ver a Bianca dando o rabinho e gozando no seu pau!
Dúvida sanada: Bianca tinha vontade de dar o cuzinho e do Claudemir de ser cuckold.
*Somos o Casal Leo e Carol. Vivemos um relacionamento de vinte e dois anos de cumplicidade, paixão, muita intimidade, trocas de fluídos e sexo, muito sexo! Ah e somos praticantes do naturismo hedonista.

2 comentários:
Porra Léo, essa história lembrou muito a forma "CUCKOLD" q me comportei na nossa primeira experiência liberal que tivemos logo no início da relação. Foi em Massarandupio, praia naturista aqui da Ba.
Se me permite, gostaria de compartilhar aqui
Chegamos já no final da tarde na praia de Massarandupio, adoramos a experiência de ficarmos sem roupas, percebemos que aquele local prometia muito além de naturismo, mas não demoramos muito e fomos p pousada liberal q tínhamos reservado.
Como eramos os únicos hóspedes, fizemos amor na piscina e fomos dormir.
No dia seguinte, logo após o café, voltamos para a praia de Massarandupió. Chegamos na área naturista, tiramos a roupa rápido e fomos curtir a liberdade. Passamos o dia entre petiscos na barraca e amassos discretos no rio. Conhecemos gente nova e os peixinhos davam mordidas de leve que pareciam massagem.
?Mas quando o sol começou a baixar, o clima foi ficando liberal. Ninguém mais escondia as metidas por baixo d’água. Os casais estavam se pegando e os solteiros faziam questão de mostrar o pau duro e se masturbar ali mesmo. O céu ficou prateado refletindo no rio, e o relaxamento do álcool tirou qualquer vergonha.
?Foi aí que apareceu uma preta linda e atraente. Ela percebeu que a gente era iniciante e disse: "A primeira vez de vocês vai ser inesquecível". Ela começou a lamber a Sol com uma vontade que minha esposa nunca tinha sentido antes. Eu fiquei assistindo de camarote, com um tesão da porra, vendo a Sol se entregar.
?Quando a Sol ficou molinha de tanto prazer, a mulher foi buscar o marido dela. O cara já chegou com o pau na mão, muito maior que o meu e pronto para o abate. Eu virei a Sol de frente para ele. Ela olhou para aquele pau duro a dois metros e ficou com cara de cadela querendo o osso. Ela até me disse: "Você é foda", de tanta vontade que sentiu.
?A esposa do cara começou a mamar ele e chamou a Sol. Minha gata pediu permissão e eu deixei tudo nas mãos da preta. A safada puxou a Sol e mandou ela chupar o marido junto com ela. A Sol foi engatinhando, beijou a mulher e começou a engolir o pau do cara com uma sede que eu nunca vi. Eu me posicionei atrás da Sol para comer ela, mas quando vi ela engasgando naquele pau gigante, não aguentei. O tesão foi tanto que eu gozei na 2a ou 3a metida.
?O cara ficou surpreso e perguntou: "Já gozou?". A esposa dele riu e disse que eu fiquei maluco de ver a cena. Eu me afastei um pouco, já sem tesão, mas deixei eles continuarem. A Sol estava tão empolgada que nem percebeu que eu tinha gozado rápido. Só depois que ela preocupada em me compensar de alguma forma, pediu p nossa amiga me dar atenção e então foi informada do que tinha acontecido. Depois ela me contou que nesse momento ficou aliviada de saber da minha gosada, pois ela pensou "Se gosou, é pq gostou.
Eles deram uma esfriada mesmo sem terem ido até o fim, mas sem frustrações, tudo de forma leve. Sentamos todos no rio, jogamos conversa fora com eles — pessoas muito gente boa — e depois nos despedimos indo para a pousada com aquela experiência nova.
Nos casamos 3 meses depois
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