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9.4.26

CAP D'AGDE - O MAIOR RESORT NATURISTA DO MUNDO #2


A Vila Naturista se tornou ponto de encontro para swingers e libertinos. Possui uma praia de 2 km, uma grande marina, lugares para 2.500 campistas, complexos de apartamentos, hotel, lojas, restaurantes, casas noturnas, bares, correios, banco, caixas eletrônicos, lavanderias, cabeleireiros e outras facilidades

Passando os portões, o nudismo é o grande chamariz das massas, para heterossexuais, gays, bissexuais, bonitos e feios, jovens, milf, peludos ou depilados, tatuados ou com piercings. Em pleno verão na Europa, cerca de 50 mil turistas invadem a cidade. Este ano, depois de um período de grande restrição devido à pandemia, são sobretudo italianos e espanhóis que procuram libertar-se das roupas e dos preconceitos. É um local que “une puro exibicionismo e sadomasoquismo, alegria, curiosidade e perversão, decadência, solidão abismal e transgressões contagiosas”.

Desde a década de 1990 que Cap d'Agde ganhou uma reputação como um oásis para os libertários e swingers – adeptos de troca de casais. Apesar de ser uma estância balnear reúne quase todas as infraestruturas que se encontram na vida urbana: um banco, uma farmácia, lavandarias, um correio, vários supermercados, cabeleireiros, boutiques de roupa, restaurantes, discotecas, um cinema e até lojas de BDSM.

Não há outro lugar no mundo que se assemelhe a Cap d’Agde. A maioria dos resorts naturistas são retiros afastados das áreas urbanas. Por exemplo, em Munique, na Alemanha, a população pode circular nua desde que seja nas seis áreas designadas para esse efeito, que se inserem em parques e jardins isolados. 












5.4.26

CAP D'AGDE - O MAIOR RESORT NATURISTA DO MUNDO #1

Cap Dagde Nudism Life Magazine

As praias do sul de França são destino turístico por excelência, mas na pequena estância balnearia de Cap d’Agde não é o mar nem a areia que atraem os turistas. A quase 70 quilómetros de Montpellier, é ali que se vislumbra o maior resort naturista do mundo, onde a vida pode ser feita totalmente a nu: ir ao supermercado, beber uma cerveja na esplanada, passear junto à praia, ou frequentar uma discoteca.

Tudo começou na década de 1960, o governo de Georges Pompidou elaborou planos para o desenvolvimento do litoral de Languedoc-Roussillon. O naturismo inicialmente não teve parte nessas propostas, mas Paul René Oltra, um dos irmãos, persuadiu as autoridades a incluir planos para um resort naturista em Cap d'Agde. Em 1973, a praia foi oficialmente designada como praia naturista. O regulamento para o novo resort naturista - A Village Naturiste, “A Vila Naturista” foi promulgada, seria um lugar onde voyeurs e exibicionistas não seriam bem-vindos, exige nudez como norma, proíbe a fotografia, o uso de roupas provocantes e a exibição de itens indecentes. Em 2008, placas foram colocadas em exposição na praia alertando contra comportamento obsceno.

 Atualmente Cap d'Agde é uma cidade independente (às vezes chamada de "Cidade Nua"), onde a nudez é legal e comum. O Local é cercado e o acesso é feito pela praia pública do Norte através de portões controlados por seguranças. Apesar de não ser obrigatório ser hóspede, o local não é aberto a visitantes. A entrada é livre para os turistas hospedados do resort. Quem estiver apenas de passagem tem de pagar a entrada com custo de oito euros por pessoa. O apelido é "La baie des cochons" praia dos porcos.  Os swingers também são ativos nas praias naturistas, o que fez com que muitos turistas naturistas mudassem o destino para resorts naturistas familiares. 










14.9.25

COMO SURGIU A COMUNIDADE HEDONISTA


Sou a Zelda, atualmente com 66 anos, matriarca da Família Freikorper que, junto com meu companheiro, criamos uma comunidade “hedonistische” no Brasil. Eu descendente de alemães, desde jovem praticava o naturismo hedonista que promove a satisfação pessoal e o prazer sexual sem compromisso, regras ou vínculos afetivos. 

Nos anos 1980 fui conhecer a cidade francesa de Cap d’Agde, destino liberal para libertinos, voyeurs, exibicionistas e swingers. Lá o nudismo vai além das praias e as pessoas podem circular nuas por bancos, supermercados, restaurantes, cabeleireiros, padarias... 






Quando cheguei lá tinham homens e mulheres de todas as idades e nacionalidade - além de franceses, belgas, alemães, italianos, estadunidenses, holandeses e canadenses - completamente nus. Adorei me mostrar e ficar peladinha porque eu, com 20 anos, era muito gostosa, seios médios e durinhos, barriga chapada, coxuda e bunda arrebitada. Um rapaz me chamou a atenção, alto, quase 1,90, com um pau grande e cabeçudo, usava um anel peniano (nunca tinha visto). Ele reparou que eu olhava e veio conversar comigo, o nome dele - Gustav Freikörper, 30 anos, nasceu na Holanda, mas morava ali fazia algum tempo. O clima entre nós esquentou e metemos ali mesmo na praia com as pessoas ao redor nos observando (depois descobri que isso era comum em Cap d’Agde).



Eu e Gustav ficamos juntos e nos mudamos para o Brasil, numa cidade da região serrana do Rio de Janeiro. Vivíamos da venda de artesanato, comidas típicas como strudel de maçã e compotas. A vida ficou chata porque tínhamos dificuldade de praticar o naturismo ao ar livre e para que isso acontecesse compramos um sítio num lugar totalmente isolado. O sitio ficou conhecido e começou a ser frequentado por famílias hedonistas, muitas delas de origem europeia.

Assim surgiu o Sitio Hedonista onde se pratica livremente o naturismo hedonista que promove a satisfação pessoal e o prazer sexual. Ali tudo é permitido, não só andar sem roupa, transar, troca de casais e o que se puder imaginar.