Passando os portões, o nudismo é o grande chamariz das massas, para heterossexuais, gays, bissexuais, bonitos e feios, jovens, milf, peludos ou depilados, tatuados ou com piercings. Em pleno verão na Europa, cerca de 50 mil turistas invadem a cidade. Este ano, depois de um período de grande restrição devido à pandemia, são sobretudo italianos e espanhóis que procuram libertar-se das roupas e dos preconceitos. É um local que “une puro exibicionismo e sadomasoquismo, alegria, curiosidade e perversão, decadência, solidão abismal e transgressões contagiosas”.
Desde a década de 1990 que Cap d'Agde ganhou uma reputação como um oásis para os libertários e swingers – adeptos de troca de casais. Apesar de ser uma estância balnear reúne quase todas as infraestruturas que se encontram na vida urbana: um banco, uma farmácia, lavandarias, um correio, vários supermercados, cabeleireiros, boutiques de roupa, restaurantes, discotecas, um cinema e até lojas de BDSM.
Não há outro lugar no mundo que se assemelhe a Cap d’Agde. A maioria dos resorts naturistas são retiros afastados das áreas urbanas. Por exemplo, em Munique, na Alemanha, a população pode circular nua desde que seja nas seis áreas designadas para esse efeito, que se inserem em parques e jardins isolados.
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